Participar ou não participar da classificação funcional, eis a questão
Por Ana França | 1 de setembro de 2008
A delegação brasileira paraolímpica que está em Pequim vive um de seus momentos mais tensos na história dos Jogos. O atleta brasileiro Clodoaldo Silva, o “Phelps” do Brasil, está se negando a realizar o teste de classificação funcional marcado para esta terça, 2 de setembro, em Pequim. Clodoaldo conquistou seis medalhas de ouro em Atenas e em Pequim disputará nove provas. Porém, se o brasileiro não passar pelos testes marcados para amanhã, ele estará impedido de competir.

O objetivo da classificação é nivelar os atletas de acordo com suas capacidades, colocando os que possuem deficiências semelhantes em um mesmo grupo. Cloaldo teve a oportunidade de realizar o teste obrigatório de classificação no Canadá, durante uma competição realizada neste ano, mas o atleta não compareceu alegando uma contusão e disse ainda que participaria da banca em Pequim.
Clodoaldo compete hoje na classe S4 - S de swimming (natação) e 4 é o seu grau de deficiência. Na natação esse grau varia de 1 a 10, sendo que 1 é o de maior dificuldade e 10 é o menor. Em 2006, durante um mundial realizado na África do Sul, Cloadoaldo teve a sua classificação contestada pela equipe espanhola e passou para a classe S5. Em seguida o Comitê Paraolímpico Brasileiro entrou com um recurso e a decisão foi anulada. Desde então, Clodoaldo compete na classe S4.
Foto: crédito - Gaspar Nóbrega - CPB Divulgação
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Fim dos treinos em Macau
Por Ana França | 29 de agosto de 2008
A delegação brasileira paraolímpica de atletismo e natação faz hoje o último treino em Macau e embarca nesse sábado para Pequim. Os treinamentos aconteceram em dois períodos no Complexo Esportivo de Macau. Diariamente foram realizados testes fisiológicos com os atletas para acompanhar a adaptação ao fuso e a evolução nos treinos. Macau possui um clima muito semelhante à Pequim e esse período de adaptação foi, sem dúvida, importante para a delegação brasileira.
Os atletas do Brasil estão também muito bem assessorados. Todos os dias, nos finais do treinos, foram feitas sessões de fisioterapia, além de reuniões diárias com os psicólogos que acompanham a delegação, em sessões em grupo ou individuais.
A equipe de atletismo do Brasil promete! Além de levar o segundo maior número de atletas (48) e ficar atrás apenas dos donos da casa, os atletas têm grandes chances de medalhas. Dos 48 que estarão em Pequim, sete são recordistas mundiais. Em Atenas o atletismo do Brasil conseguiu classificar apenas 17 atletas.
Um das provas que o Brasil estará disputando pela primeira vez é o revezamento para deficientes físicos, no qual competem dois atletas com deficiência ou amputação de perna e dois de braço. Alan Fonteles (foto) de 16 anos, integra a equipe e nessa quarta trocou a sua prótese por uma que o deixa 11 cm mais alto.
Foto - crédito: Saulo Cruz - CPB
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Brasileiros já treinam em Macau
Por Ana França | 27 de agosto de 2008
As equipes brasileiras de natação e atletismo que disputarão os Jogos Paraolímpicos de Pequim a partir do dia 6 de setembro, finalmente chegaram em Macau, depois de dois longos dias de viagem. Os atletas, que treinam em dois períodos, estão buscando se aclimatar ao fuso, comida, temperatura e demais mudanças que possam alterar os seus desempenhos.
A viagem dos 319 integrantes (188 atletas) da equipe brasileira foi programada para acontecer em quatro grandes grupos. O primeiro grupo a embarcar foram os atletas de hipismo. O segundo grupo, formado pelos 24 atletas da natação e 48 do atletismo, foi direto à Macau onde permanecerão treinando até 29 de agosto.

O terceiro grupo embarca amanhã, 28 de agosto, e vai direto à Pequim. Ao todo são 76 integrantes das seguintes modalidades: bocha, futebol 7, basquete masculino, remo, judô, tênis em cadeira de rodas e tiro. O quarto e último grupo, composto por 109 pessoas, viajará no dia 29 de agosto e reúne os atletas e dirigentes dos seguintes esportes: ciclismo, basquete feminino, goalball, futebol de 5, halterofilismo, tênis de mesa, vôlei e vela.
Clique aqui e acesse a lista oficial de todos os atletas brasileiros que integram a nossa delegação nos Jogos Paraolímpicos de Pequim.
A delegação brasileira é a quarta maior em Pequim, e só fica atrás da China, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Por falar em China, os donos da casa têm tudo para arrebentar também nessa Paraolimpíada. Ao todo, 547 pessoas integram a delegação chinesa, sendo que 332 são atletas. Só para fazer uma comparação, em Atenas os chineses levaram 261 pessoas - ou seja, assim como nos Jogos Olímpicos, eles irão em busca do primeiro lugar no ranking de medalhas.
Foto: Moisés Batista é um dos atletas brasileiros da natação
Crédito: Christophe Scianni/CPB
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Vem aí os Jogos Paraolímpicos de Pequim
Por Ana França | 25 de agosto de 2008
Neste domingo, 24 de agosto, foram encerrados os Jogos Olímpicos de Pequim. Contudo, a festa do esporte mundial ainda não terminou. No próximo dia 6 de setembro tem início os Jogos Paraolímpicos e o Brasil estará muito bem representado levando uma delegação recorde e atletas de ponta.
A delegação brasileira é a quarta maior desses Jogos Paraolímpicos e levará a Pequim 319 componentes, sendo 188 atletas - 85 atletas a mais do que em Atenas. O CPB apenas com os recursos oriundos da Lei Agnelo/Piva teve que arcar praticamente com todos os custos da preparação da delegação brasileira que vai à Pequim, além de todas as despesas referentes à participação do Brasil nos XIII Jogos Paraolímpicos de Pequim 2008. Nossos atletas estarão disputando 17 das 20 modalidades paraolímpicas dos Jogos.
Pela primeira vez o Brasil terá na Paraolimpíada atletas do goalball masculino, voleibol, vela e remo.
Em Atenas nossos atletas conquistaram 33 medalhas, sendo 14 de ouro, resultado que deixou o Brasil na honrosa 14a colocação geral. Em Pequim a meta é terminar entre os dez primeiros colocados. Alguns esportes já saem daqui extremamente bem cotados a uma medalha de ouro. O Brasil é realmente o país do futebol - e esperamos que nos Jogos Paraolímpicos isso signifique ainda mais do que uma prata e um bronze. Tanto no futebol de 7 (paralisados cerebrais), como no futebol de 5 (deficientes visuais) somos altamente cotados para subir no mais alto lugar do pódio.
Outro grande nome brasileiro que estará em Pequim é Cloadoldo Silva. Em Atenas o brasileiro ficou conhecido como o “rei da piscina” uma vez que conquistou nada menos do que seis medalhas de ouro e uma de prata, além de bater quatro recordes mundiais. Em Pequim, Cloaldo disputará nove provas.
Alguns atletas brasileiros já embarcaram. É o caso das equipe de atletismo e natação que farão um período de aclimatação em Macau até o dia 29 e no dia 30 seguem para Pequim.
Foto - crédito : Christophe Scianni/CPB
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É chegada a hora de pensar
Por Ana França | 24 de agosto de 2008
Terminaram os Jogos Olímpicos de Pequim. Essa festa do esporte internacional, que invadiu nossos lares nos últimos 20 dias, só se repetirá daqui a quatro anos, em Londres. Até lá, há que se pensar a respeito e arregaçar as mangas para pôr a casa em ordem.
Nesta última madrugada assistimos a derrota do vôlei masculino, além da desistência de dois maratonistas brasileiros. José Telles, que conseguiu terminar a prova, acabou na 38a colocação. Ao todo, o Brasil conquistou 15 medalhas, mas apenas 3 de ouro e terminamos na 23a posição, muito abaixo do desejado. Em Atenas, terminamos na 16a colocação.
Não adianta o presidente do COB dizer que o esporte brasileiro está evoluindo, etc e tal, e que obtivemos um resultado melhor do que em Atenas quando conquistamos 10 medalhas. A diferença é que em Atenas, 5 destas medalhas foram de ouro enquanto que em Pequim, apenas 3 dessas 15 medalhas foram de ouro. O que diz a regra? Vale o total de medalhas de ouro. Dessa maneira, não vamos olhar para os lados e fazer um monte de comparações sem sentido. Vamos olhar para dentro e tentar enxergar (e mudar) o que não deu certo.
E, por que não também enaltecer o que deu muito certo? As mulheres brasileiras em Pequim deram um show à parte. Enquanto que em Atenas elas conquistaram apenas duas medalhas, em Pequim nossas meninas levaram nada menos do que seis medalhas, sendo, duas de ouro. Além disso, algumas medalhas foram inéditas, como os dois ouros - salto em distância feminino com a Maurren e o vôlei feminino - além de outras medalhas que nunca havíamos ganho como a de Ketleyn no judô feminino, a de Fernanda e Isabel na vela e a de Natália Falavigna, primeira medalha conquistada por um brasileiro no taekwondo.
Dá para melhorar e muito, todos nós sabemos. Mas isso também é um bom sinal. Que venha Londres.
Foto - crédito: Maurício Kaye - CBV Divulgação
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Sábado para entrar na história do esporte nacional
Por Ana França | 23 de agosto de 2008
Sem dúvida, 23 de agosto de 2008 entrará na história do esporte brasileiro. Logo cedo a paranaense Natália Falavigna conquistou o bronze na categoria acima de 67 kg e virou uma importante página em sua carreira e no taekwondo brasileiro. Esta foi a primeira medalha brasileira conquistada na história dos Jogos nesta modalidade. E esta foi uma importante volta por cima pessoal de Falavigna, uma das atletas mais guerreiras do esporte nacional. Falavigna também chegou na disputa do bronze em Atenas, 2004, mas a medalha escapou por pouco. Pudera, a atleta estava com o pé quebrado.
Em Pequim, quatro anos mais tarde, Falavigna era cotada até mesmo ao ouro. Perdeu na semifinal em uma luta definida apenas na decisão dos juizes. Sabe-se lá o que passou na cabeça da atleta quando entrou novamente para a disputa do bronze, quatro anos após a derrota de Atenas. Certamente algumas cenas devem vir à mente. Falavigna, porém, passou batido por esse tipo de emoção e já entrou na luta com postura de vencedora. E conseguiu. O bronze é seu. O bronze é do taekwondo brasileiro.
Medalha de ouro histórica para o vôlei feminino brasileiro. O time jogou perfeitamente do começo ao fim do torneio. Na final, as brasileiras perderam um set, mas puxa vida, estamos falando de uma final olímpica. E que final! Mérito das jogadoras e do técnico, José Roberto Guimarães, que já havia conquistado o ouro com a seleção masculina em Barcelona, 92.
Hoje tem mais brasileiro em busca de medalha. Marílson dos Santos, José Telles e Franck Caldeira disputam a maratona a partir das 20h30. Nossas esperanças estão todas com Marílson dos Santos, atleta que já venceu a Maratona de Nova York e possui, atualmente, o melhor tempo entre os brasileiros. Já Franck Caldeira, por sua vez, foi o grande campeão no Pan do Rio.
Bom mesmo será ver o vôlei masculino amanhã seguindo o exemplo de nossas meninas e trazendo mais um ouro para o Brasil. Acho que dá.
Foto - crédito: Wander Roberto / COB - Divulgação
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Ouro inédito
Por Ana França | 22 de agosto de 2008
Maurren Maggi conquistou o segundo ouro do Brasil em Pequim ao vencer o salto em distância na manhã desta sexta-feira. Mas, assim como aconteceu com Cesar Cielo, esse ouro também é especial. Cielo porque venceu nada menos do que a prova mais rápida da natação, além de ter conquistado o primeiro ouro para a natação brasileira. E Maurren por inúmeros motivos.
O ouro de Maurren é o primeiro conquistado por uma mulher brasileira em uma prova individual. Além disso esse também é o primeiro ouro olímpico conquistado pelo atletismo feminino do Brasil. Mas não fica só nisso, não. Maurren é a superação em pessoa.
No ano 2000 ela disputou a sua primeira Olimpíada, em Sydney, terminando na 25a colocação. Em 2003 possuía a melhor marca mundial (7.06 m) e preparava-se para disputar o Pan-americano de Sto.Domingo e os Jogos de Atenas quando foi pega no exame antidoping. Maurren havia usado uma pomada cicatrizante pós-depilatória que continha uma substância proibida. A atleta brasileira foi suspensa por 2 anos. Nesse meio tempo, abandonou a carreira, casou e teve uma filha.
Em 2006, para alegria geral da nação, Maurren resolveu voltar a treinar. Em 2007, no Pan do Rio de Janeiro ela obteve o primeiro lugar e mostrou ao mundo que não apenas voltou, mas voltou para ganhar. Em Pequim, a atleta entrou na competição dona da segunda melhor marca mundial no ano - 6.99 m. Mas logo em seu primeiro salto da final ela mostrou que não estava ali para ser mais uma - Maurren saltou a estonteante distância de 7.04 m. Não teve mais para ninguém. É ouro para o Brasil - é ouro de Maurren Maggi. Aos 32 anos de idade, a atleta brasileira marca o seu nome na história do esporte. Merecidíssimo.
E o Brasil derrotou a Bélgica (como já era esperado) e ficou com o bronze no futebol masculino. No vôlei de praia, apesar de não ter saído o ouro, esta foi a primeira vez que deu dobradinha brasileira no pódio - Márcio e Fábio Luis ficaram com a prata enquanto que Ricardo e Emanuel conquistaram o bronze.
Foto - crédito: Bruno Miani - CBAt Divulgação
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Mais uma de prata
Por Ana França | 21 de agosto de 2008
Essa não foi tão comemorada. O Brasil inteiro esperava mais, muito mais da seleção feminina de futebol, que entrou como a grande favorita na final disputada na manhã desta quinta contra a seleção dos Estados Unidos. Isso porque as meninas do Brasil fizeram uma excelente campanha antes de chegar à grande final e já haviam derrotado a seleção norte-americana no mundial. Mas o peso da responsabilidade foi maior do que se esperava. Uma nação inteira depositou toda a sua esperança nos pés das talentosas jogadoras brasileiras, afinal, o Brasil é o país do futebol e já que os homens deixaram a desejar… Não deu certo, não veio a medalha de ouro.

Não veio medalha também no salto triplo de Jadel e tampouco no hipismo com Rodrigo Pessoa. A boa nova é que estamos na final do vôlei feminino. E as equipes masculinas e femininas do Brasil no revezamento 4 x 100 m rasos também classificaram-se para a final.
Foto - crédito: CBF Divulgação
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É prata da casa
Por Ana França | 21 de agosto de 2008
Robert Scheidt e Bruno Prada conquistaram a medalha de prata na classe Star, na madrugada desta quinta-feira. Ao todo foram disputadas 11 regatas, incluindo a regata da medalha (novidade em Pequim) e que valeu o dobro da pontuação. A dupla brasileira começou mal na competição, mas soube com muita garra e técnica, virar a situação, terminando na excelente posição de segundo lugar. Scheidt é um exemplo de atleta. Além de talentoso, é bastante trabalhador. Não satisfeito com os seus dois ouros olímpicos e oito títulos mundiais na classe Laser, o velejador brasileiro foi em busca de novos desafios.

A medalha de hoje não veio por acaso. Scheidt começou a trabalhar em busca dela em 2006, quando definiu-se pela classe Star. A grande mudança, porém, não estava no tamanho do barco mas sim, no fato de ter um companheiro. Na classe Laser, era ele, o barco, o mar e o vento - ou seja, a responsabilidade das tomadas de decisões (que são muitas na vela e tem de ser rápidas) eram estritamente dele. Deixar de lado esse individualismo foi também uma atitude de um grande campeão, além de ter sido um enorme desafio. Mas Scheidt foi muito feliz na escolha de seu parceiro. Bruno é amigo de infância de Scheidt e certamente a pessoa certa que faltava para formar essa dupla. Não sei não, mas acho que a prata é pouco para eles em Londres.
No vôlei de praia feminino, Renata e Talita perderam na disputa pelo bronze. Na madrugada desta quinta, outra má notícia para o esporte brasileiro. O cavalo de Bernardo Alves, até então classificado para a final de saltos, foi pego no exame antidoping. O lado bom disso é que a cavaleira Camila Mazza acabou sendo chamada para disputar a final.
Hoje tem final no hipismo, salto triplo e futebol feminino. Um dia e tanto para o esporte brasileiro.
Foto - crédito: Wander Roberto/COB Divulgação
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Recuperação fantástica
Por Ana França | 20 de agosto de 2008
Scheidt e o vento se dão muito bem. Prova disso é que o nosso bicampeão olímpico, ao lado de seu parceiro Bruno Prada, conseguiu se recuperar de maneira espetacular e já está na terceira colocação da classe Star. Isso tudo, com muito vento, é claro. Nos primeiros dias da competição, em que foram realizadas as primeiras regatas, não ventou muito e Scheidt e Prata começaram mal. Porém, foi só o vento soprar um pouco mais forte para Scheidt mostrar toda a sua competência e domínio do barco (seja qual for!).
Nas Olimpíadas, todas as classes, com exceção da 49er, são disputas em 11 regatas. Ao contrário do que se possa imaginar, ganha o barco que acumular o menor número de pontos já que, quanto maior a colocação, menor o número de pontos ganhos. A grande novidade de Pequim é a disputada da “regata da medalha” que vale o dobro de pontos das outras e só participam os 10 melhores barcos. Scheidt e Prata entram na regata da medalha na terceira colocação. Os dois primeiros colocados estão com uma boa vantagem em cima deles, mas se ventar…. alguém tem dúvida de que os brasileiros possam conquistar a medalha de ouro?

Na dobradinha brasileira de vôlei de praia, venceu a dupla formada por Márcio e Fábio Luiz. Eles derrotaram os favoritos Ricardo e Emanuel, se bem que, entre atletas do mesmo país para disputar uma semifinal olímpica, entra em jogo outras coisas além do favoritismo. Uma dupla já conhece muito bem o jogo da outro, além de que sempre existe também aquela “rivalidade” - não adianta negar.
Por falar em rivalidade, as brasileiras Poliana e Ana Marcela deram tanta cotovelada uma na outra na maratona aquática enquanto brigavam entre si pelo terceiro lugar, que ambas acabaram não conquistando medalha alguma. Ana Marcela ainda obteve o quinto lugar, enquanto que Poliana terminou a prova em sétimo.
Se na natação o nome dessa Olimpíada foi Michael Phelps, no atletismo o cara se chama Usain Bolt, da Jamaica. Dizem por aí, porém, que se bater um exame antidoping…. Ele realmente chega sobrando, e brincando muito. Só não dá para saber (pelo menos por enquanto) se ele é mais um jamaicano feliz ou… Quem está levantando a suspeita são os próprios atletas. Desta vez foi o alemão Tobias Unger quem declarou aos quatro cantos que não é possível fazer o que Bolt faz de cara limpa.
Foto - crédito: Divulgação ZDL
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Ana é editora do ComoTudoFunciona. Formada em Comunicação Social- Jornalismo, pela PUC-PR, trabalhou como assessora de imprensa e foi editora responsável por revista e outros impressos. Desenvolveu trabalho de criação e edição de textos para diversos sites.