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Você usuaria seu próprio sangue para acender uma lâmpada?
Por Gisele Ribeiro | 22 de setembro de 2009
Parece que o designer inglês Mike Thompson andou levando a serio demais a história de usar seres humanos como pilhas, como no filme “Matrix”. Ele propõe a fabricação da Blood Lamp, um recipiente em formato de lâmpada que funciona com sangue humano. Para acendê-la, basta quebrar a tampa, espetar o dedo no vidro quebrado e deixar que as gotas de sangue caiam na solução que está dentro da lâmpada. Alguma química misteriosa (que o designer não explica) acontece e - záz - faz-se a luz! Thompson acredita que, dessa forma, as pessoas se conscientizariam de que manter ligados gadgets e acesas luzes tem um custo muito alto para o ambiente. “Um simples interruptor nos permite ligar aparelhos e gadgets 24×7 sem pensarmos de onde vem essa energia e o custo dela para o ambiente”, diz Thompson. “Como a lâmpada só pode ser usada uma vez, o usuário é forçado a pensar [de maneira bastante dolorosa, diga-se de passagem] o quanto de energia ele desperdiça diariamente”. Bem, considerando a quantidade de lâmpadas que você acende diariamente e de sangue você teria de usar para gerar energia, não seria a Blood Lamp também uma forma de superexploração de recursos naturais? Afinal, você estaria desperdiçando sangue, aumentando a quantidade de vidro no lixo e estimulando a produção de Band-Aids para cobrir os ferimentos.
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| Uma gota de sangue e a lâmpada acende. Você estaria disposto a se cortar várias vezes por dia para ter luz? |
Tópicos: Energia, Tecnologias emergentes |


22 de setembro de 2009 às 7:07 pm
Não deixa de ser uma descoberta científica.
23 de setembro de 2009 às 7:47 am
Boa sacada do inglês, do ponto de vista científico, mas na prática não acredito que a lâmpada-vampiro tenha seu uso difundido amplamente, pois o ser humano tem uma tendência a sempre seguir a chamada “Lei do Menor Esforço”, ou seja, sempre preferiremos ligar o interruptor a furar o próprio dedo, exceto para os masoquistas.
23 de setembro de 2009 às 11:19 am
Isso é idiota,tantos recursos desperdiçados pela indústria automobilística !!!
23 de setembro de 2009 às 12:30 pm
interessante.é uma ótima forma de economizar energia,mas acho que seria muito doloroso.
23 de setembro de 2009 às 1:29 pm
não isso é tambem um disperdicio natural alem de que não vai ajudar em nada.
23 de setembro de 2009 às 2:12 pm
Só presta com sangue humano? Não poderia pegar sangue de animais mortos não?
24 de setembro de 2009 às 2:02 pm
Bem como experiência de laboratório é até interessante. Mas na prática acho que as pessoas iriam começa a furar seus ratinhos de estimação, ou coisas do tipo…
24 de setembro de 2009 às 4:22 pm
Muito interessante e incrível como ele foi sagaz em mostrar o óbvio que está escuso da cultura corrente no mundo, nós não contestamos nunca a respeito dos recursos naturais, mas somos nós serem os consumidores neste Planeta… e somos ainda mais… ( os geradores de fonte energénita) Nosso cego cotidiano mórbido alimenta seis trilhorários na cadeia alimentar e ele usa a lpingua pra dizer que ninguém quer tocar neste assunto.
25 de setembro de 2009 às 12:27 am
esse comentário final de vocês, sobre o gasto de vidro e band-aids é completamente dispensável, se a intenção era dar um tom cômico a notícia, parabéns, são mesmo medíocres.
O designer é um artista, e como tal tem em sua maior utilidade ser inútil, no sentido industrial-prático da palavra, sentido que aliás, seu texto esta completamente contaminado. A função de um artista é trazer o questionamento, e não a solução, é propor a mudança, e não fazer a revolução, é te retirar da medíocre aceitação massificante e inerte, onde você se atola todos os dias.
Ou você acha que ele propõe MESMO o uso do sangue pra gerar uma parca luz azulada?
O site é ótimo, mas essa notícia foi triste.
25 de setembro de 2009 às 7:17 am
Muito inusitado mas parece lenda!
Quando li a introdução do assunto achei que seria algo inovador e não somento um estimulo doloroso para funcionar como conscientização!
Podem aprimorar a idáia e chegaram a revolucionar a histótia!?
25 de setembro de 2009 às 8:29 am
Tenho uma idéia mil vezes melhor, do que uma lâmpada alimentada pelo sangue:
Sou diabético há 35 anos, e uma das minhas maiores preocupações é o controle automático da minha glicose, em vez das 2 injeções dolorosas diárias de insulina que tomo.
Por que não fazer um injetor automático de insulina - que já existe no mercado mundial, só que para uso externo - para ser implantado internamente no organismo humano, e que seja alimentado com a energia elétrica gerada pelo próprio sangue do paciente? O aparelho além de ser alimentado desta maneira, poderia medir ininterruptamente a glicose do próprio sangue em que estiver envolvido, e ser acionado automáticamente quando o nivel de glicose atingisse determinado valor pré-determinado.
Sinceramente? Esta questão da lâmpada é uma besteira enorme, mas pelo menos é uma idéia que pode ser aproveitada para algo mais útil.
26 de setembro de 2009 às 7:10 pm
A ideía é interessante, mas estaria disposto não…hehe
26 de setembro de 2009 às 9:38 pm
Muito interessante essa reportagem!
27 de setembro de 2009 às 8:45 pm
Muito interessante, mas se formos pensar um poquinho nao ira mudar nada, “o sangue vai ser vendido”…
30 de setembro de 2009 às 8:16 pm
SENSACINAL,boa matéria.
2 de outubro de 2009 às 12:32 pm
prefiro vela
13 de outubro de 2009 às 9:25 pm
Legal a ídeia dele, só os mais tolos imaginarão que ele criou isso no intuito de ser uma lampada para ser usada no dia a dia, ele quis passar uma mensagem sobre desperdicio de energia, assim você pensa 2 vezes antes de desperdiçar luz, pois exige um grande sacrificio da sua parte.