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Microorganismos têm incubação mais rápida na Antártica
Por Luís Indriunas | 12 de dezembro de 2008
Nossa correspondente Lia Teixeira sofreu com as conexões de internet lá na estação Comandante Ferraz, na ilha rei George, mas conseguiu passar mais informes sobre as pesquisas na Antártica. Sua companheira de equipe Lidiane Araújo, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, já conseguiu isolar e incubar alguns microorganismos e de maneira mais eficiente que nos laboratórios. Aí está a importância da pesquisa in loco para a microbiologia.
Microorganismos têm incubação mais rápida na Antártica
“No início dessa semana, começamos a observar os primeiros resultados das nossas pesquisas. As coletas iniciais de solo foram realizadas na península Keller, onde está localizada a estação brasileira. Os primeiros microorganismos a apresentarem crescimento foram os isolados pela pesquisadora Lidiane Araújo da USP após três dias de incubação. A pesquisadora ficou surpresa com a rapidez com a qual conseguiu as primeiras colônias de microorganismos. Em experimentos anteriores realizados em seu laboratório na USP a partir de solos dessa mesma área as respostas foram mais lentos, demorando entre 10 a 15 dias para o aparecimento de colônias. Seus cultivos já são direcionados para a seleção de microorganismos com capacidade de realizar transformações químicas e uma segunda etapa de experimentos para isolar essas bactérias com enorme potencial biotecnológico teve início essa semana.”
Lia informa que infelizmente as primeiras colônias não são exatamente fotografáveis já que são transparentes, mas, de qualquer modo, temos uma foto da Lidiane no laboratório.
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| Lidiane Araújo, da USP, examinando suas primeiras amostras de microorganismos |
Tópicos: Pesquisas, notícias |

Luís Indriunas, editor do HSW Brasil, é jornalista formado pela USP e mestre em planejamento do desenvolvimento pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da UFPA.
13 de dezembro de 2008 às 22:39
Há lugares estranhos na terra, assim por exemplo, no equador há um lugar segundo pesquisa feita por um Argentino e publicado no uol ciencias em que as pessoas são centenárias e um cachorro pode viver 25 anos. será que existe outros tipos de energia?