Eles passam o ano inteiro no mundo polar. São selecionados através de rigorosos testes e treinamentos, além de passarem por acompanhamento psicológico. Suas funções são as mais variadas, de cozinheiro a médico. De mergulhador a técnico de manutenção. Sem eles, a pesquisa brasileira na Antártica seria impossível. Eles são os marinheiros que trabalham na estação científica Comandante Ferraz e que dão apoio às pesquisas. O capitão-de-mar-e-guerra, Geraldo Gondim Juaçaba Filho, assessor de relações internacionais da Marinha, sabe muito bem como é esse trabalho. Além de já ter coordenado a logística das viagens à Comandante Ferraz, já foi Subcretário do Programa Antártica (Proantar). Sua primeira viagem à estação foi ainda no início dos anos 80. O capitão Gondim Juaçaba esteve em São Paulo, visitando a exposição Latitude 90º e falou com o ComoTudoFunciona, tocando inclusive em outros assuntos como a reforma da estação e os benefícios para a pesquisa com as comemorarções do Ano Polar.